quarta-feira, 30 de março de 2011

Quanto pior, melhor


Vídeos na internet consagram talentos duvidosos

*clique nos links para ver os vídeos

Stephany Absoluta , Meninos da NetReginhoRebecca BlackDentinho... são os “talentos” que conseguiram a tão sonhada “fama” através do YouTube, site que permite que seus usuários carreguem e compartilhem vídeos em formato digital. Fundado em fevereiro de 2005 o site revolucionou a rede.
Antes de seu lançamento, havia poucos métodos disponíveis para os usuários postarem seus vídeos na Internet. Com sua interface de fácil uso, o YouTube aproximou o internauta, tornando possível a qualquer um, fazendo qualquer coisa, ser visto por milhões de pessoas em poucos minutos. A grande variedade de tópicos cobertos pelo canal tornou o compartilhamento de vídeo uma das mais importantes partes da cultura da Internet.
Há alguns anos os vídeos virais (aqueles que adquirem um alto poder de circulação na internet alcançando grande popularidade) tem uma característica em comum: são péssimos. Quanto pior, melhor.
Sem um pingo de vergonha na cara, as “estrelas do YT” caem, cantam, dançam, matam a mãe e xingam a imprensa, fazem paródias,clipes, sátiras, quebram um dente, pedem pro Pedro devolver o chip. Enfim, dão o máximo de si, demonstrando toda sua cara de pau. E nós, internautas, desperdiçamos nosso precioso tempo de navegação rindo deles!

Para explicar este fenômeno, vamos tomar por exemplo todo o talento de Stephany Absoluta. A garota do Cross Fox colocou a cara a tapa na rede em um clipe muito original. Alguns usuários divulgaram o link exaustivamente até que ele chegou a você, leitor. Você, com todo seu bom (rindo muito) mandou pra mim o link do vídeo por email. Quando eu olhei o vídeo, meu irmão viu também e comentou com um amigo que resolveu fazer uma paródia...
As críticas que a moça Absoluta recebeu, só serviram para torna-la ainda mais famosa e polêmica. E esse ciclo vem se repetindo a todo o momento. E ela não cansa.  “Falem bem, falem malenfim. Mas falem de mim.” Afirma a própria em seu segundo grande hit Falem de Mim.
Mas, o troféu do ano, na minha opinião, vai para Geyse Arruda. Ela se auto promoveu em cima de um vídeo em que é alvo de bullying na faculdade que estudava. Com o dinheiro do processo transformou a aparência, posou nua e tenta, desesperadamente se manter na mídia com pequenas polêmicas que causa no twitter
Veja abaixo o novo clipe de Stephany!

E você? Conhece algum novo talento?

segunda-feira, 28 de março de 2011

Chegadas&Partidas


Hoje estava zapeando sem compromisso algum, quando o título de um programa me chamou atenção: Chegadas&Partidas. Parei para ver, e descobri um programa lindo, poético, tocante. A atração, comandada por Astrid Fontenelle, estreiou à pouco tempo no canal GNT.

Tudo se passa em aeroportos do Brasil inteiro, onde a equipe descobre histórias emocionantes de pessoas que a príncipio passam batido pelos nossos olhos.

A história da filha que vai ver o pai pela segunda vez em 23 anos, a mãe que espera ansiosamente o filho que não vê à 8 anos, desde que ele foi morar nos EUA, o casal que 15 dias depois da lua-de-mel, vai se separar, pois o noivo mora na líbia.

Histórias delicadas, emotivas, que contam uma pequena parcela da vida de alguém.

Histórias que nos causam comoção, e que, junto com os ansiosos familiares e amigos, nos faz criar expectativa, nos deixa ansiosos.

Uma bela iniciativa de mostrar o mundo existente em cada pessoa.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Como Colorir um Dia Cinzento

Dias de chuva me deixam melancólica. Não porque não gosto de chuva, ou porque o dia fica cinzento (embora isso me incomode profundamente), mas pelo fato de que o céu parece chorar de dor pelo que vê lá de cima.
As pessoas ficam mais desagradáveis, sonolentas, ou até mesmo cinzentas (como a terrivel cor do céu). Hoje pela manhã, por exemplo, quando peguei o ônibus, o simpático cobrador, que todas as manhãs me dá um sorridente bom-dia, hoje simplesmente ignorou-me. Confesso que me magoou profundamente não receber seu bom-dia. Na sequência, sentei-me ao lado de um rapaz, que de cinco em cinco minutos olhava o relógio e exclamava: "Porcaria de trânsito, vou ter que aguentar esporro da baranga da minha chefe!"
Gente, pra que?? Tudo bem, que num dia desses a vontade é de ficar na cama, comendo pipoca, vendo um bom filme, tomando capuccino... Mas não dá, paciência! Quem mandou virar adulto? (pra quem tem dúvidas, recomendo o texto da minha parceira de blog: http://elucubrese.blogspot.com/2011/01/droga-da-responsabilidade.html)
A questão é que o mundo não precisa aturar seu mau-humor. Descarregue nas coisas (tudo bem, em algumas pessoas também) certas. Pratique boxe, corra, leia, escreva, enfim.
Eu sei melhor do que ninguém o que um dia chuvoso provoca nas pessoas, mas insisto no assunto, quem vê a vida ruim são seus olhos preguiçosos.
Quer ver como não é dificil? vá até
a sacada do seu prédio, do seu trabalho, enfim, e olhe a rua lá embaixo. Você vai ver inumeros guarda-chuvas passeando, felizes, coloridos e radiantes.
Enxergue que para os guarda-chuvas, os melhores dias não são os de sol, mas os de chuva.
Legal pensar sob outra perspectiva, não?


*Olha que bonitinhos todos estes guarda-chuvas felizes!



Dedico este post para as nossa mais queridas e assíduas leitoras, a Amanda e a minha xará Fernanda. Sem vocês o blog não seria nem metado do que é, gurias!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Felicidade Foi-se Embora

Sonhar é algo que todos fazemos, um aspecto peculiar da nossa mente divagar.
Mas existem tipos de sonhos. Os sonhos do descanso da mente, que ocorrem enquanto dormimos, e os sonhos que movem nossas vidas.
Os segundos são conhecidos pelos mais práticos como objetivos, mas não cabe neste post discutirmos isso.
Especifiquei os tipos para que entendamos a importância do segundo.
Os homens são seres latentes, que pensam, sentem, falam. Mas não agem se não forem impulsionados por um forte motivo. Na pré-História, nossa motivação era a sobrevivência. Em decorrência disto, aprendemos a caçar, a plantar, a fazer fogo... Nos dias modernos a motivação continua a mesma, porém de forma mais complexa. Não buscamos apenas o pão de cada dia, buscamos a tão lendária e mitológica (quem sabe até inexistente...) felicidade.
A pergunta que não quer calar: No que consiste a felicidade? Porque os sonhos que temos nos remetem à isso?
Poder, dinheiro, status social, pra mim, não passam de lixo, porcaria inventada pela parte mais cruel da humanidade.
Felicidade, se é que existe (não acredito na felicidade, acredito na alegria), não deve ser encontrada nestes meios tão banais e mesquinhos.
Alegria (veja bem, a definição que se dá para alegria é: Tudo que alegra e contenta; Já para Felicidade: Estado de quem é feliz; Mas como saber se o somos?) é coisa leve, poética, delicada. Não pode ser garimpada em aspectos tão brutos.
Algumas coisas são realmente relativas, principalmente se são abstratas.
Minha dica? (furada provavelmente) é de que cada um sabe onde encontrar a sua e no fundo sente que são em lugares, objetos ou pessoas simples e puros.